RPO como solução para os desafios de contratação em 2026

2026: um ano de feriados, Copa e eleições

O ano de 2026 apresenta um cenário único e desafiador para empresas e suas equipes de Recursos Humanos. Teremos um recorde de feriados prolongados, com vários feriados nacionais caindo em segundas ou sextas-feiras – o que significa inúmeros finais de semana estendidos e dias úteis a menos no calendário corporativo. Além disso, é ano de Copa do Mundo de futebol, um evento global que tradicionalmente movimenta os colaboradores: os jogos atraem atenções, alteram rotinas de trabalho e podem até resultar em pausas nas empresas para que todos torçam pela seleção. Somando-se a isso, 2026 também será ano de eleições presidenciais no Brasil e nos Estados Unidos, contexto que costuma trazer incertezas econômicas, mudanças de prioridades e muita cautela nas decisões de investimento e planejamento. Em conjunto, esses fatores criam uma tempestade perfeita de interrupções e distrações que impactam diretamente a produtividade e os cronogramas dentro das organizações.

Impacto no RH e nas contratações

Para o RH, esse conjunto de eventos significa navegar em águas turbulentas. Com tantos feriados em dias úteis, haverá menos dias disponíveis para conduzir processos seletivos completos em certos períodos – e o risco de atrasos nas contratações aumenta. Já durante a Copa do Mundo, é comum perceber queda de produtividade e equipes desfalcadas nos dias de jogos importantes (antes, durante e depois das partidas). Os profissionais ficam dispersos, muitos tiram folga ou são liberados mais cedo, e atividades de recrutamento, como entrevistas e dinâmicas, podem ser adiadas. No front econômico, as eleições trazem incerteza no mercado: algumas empresas podem adiar decisões de contratação esperando definição do novo cenário político, ou rever planos de expansão conforme o humor da economia. Toda essa oscilação coloca uma pressão enorme sobre o departamento de Recursos Humanos. Como garantir que o ritmo de recrutamento não desacelere justamente quando a empresa mais precisa de talentos? Como cumprir metas de preenchimento de vagas em um ano com tantos “pontos de pausa” no calendário? E mais: como fazer tudo isso sem sobrecarregar a equipe de RH interna, que já estará lidando com planejamento de folgas, engajamento dos colaboradores em época de Copa e ajustes estratégicos por conta das eleições?

O desafio é real. Sem um suporte adequado, é provável que os processos seletivos fiquem mais longos e desafiadores, aumentando o risco de perder candidatos qualificados por demora ou falta de comunicação rápida. A equipe de RH, por melhor que seja, pode se ver esticada ao máximo tentando tapar todos os buracos: reprogramando entrevistas pós-feriado, reagendando avaliações que coincidiram com jogos do Brasil, ou refazendo planejamentos de contratação após uma mudança de direção estratégica no período eleitoral. Nesse contexto complexo, muitas organizações estão buscando formas de manter o ritmo de contratações sem comprometer a eficiência e a qualidade na seleção. Uma das respostas mais eficazes para essa necessidade é adotar o modelo de RPO (Recruitment Process Outsourcing), ou terceirização do processo de recrutamento.

RPO: a estratégia certa para manter contratações em alta

O RPO consiste em transferir total ou parcialmente as atividades de recrutamento e seleção para um parceiro externo especializado. Em um ano como 2026, esse modelo se destaca como solução estratégica por vários motivos:

  • Ritmo de contratações ininterrupto: Um provedor de RPO dedica-se integralmente ao recrutamento, garantindo que mesmo durante feriados prolongados ou eventos como a Copa do Mundo haja profissionais trabalhando nas suas vagas. Isso significa que a prospecção de candidatos, triagens e agendamentos continuam acontecendo nos bastidores, evitando perda de tempo e mantendo o pipeline de talentos sempre movimentado. Dessa forma, a empresa não fica refém do calendário reduzido – quando os colaboradores retornam do feriado ou quando a atenção volta ao normal após os jogos, o processo seletivo está adiantado em vez de atrasado.

  • Cumprimento de prazos e metas: Com RPO, é possível não perder os prazos críticos de contratação mesmo em meio ao vaivém do ano. O parceiro externo atua com metas claras de fechamento de vagas e possui estrutura para acelerar etapas conforme necessário. Por exemplo, se houver uma posição que precisa ser preenchida urgentemente antes de um período de instabilidade (como antes das eleições ou no intervalo entre dois feriadões), o time de RPO tem agilidade para concentrar esforços e garantir a entrega no tempo esperado. Essa abordagem proativa evita o efeito cascata de atrasos que normalmente ocorreria quando os processos ficam parados nos dias improdutivos. Em resumo, o RPO ajuda a manter o cronograma de contratações nos eixos, mesmo quando fatores externos tentam descarrilá-lo.

  • Alívio para a equipe interna de RH: Em 2026, o departamento de RH interno terá inúmeras frentes para gerenciar – comunicação e engajamento dos funcionários nos eventos esportivos, planejamento de folgas em feriados, ajustes de orçamento e estratégias devido às eleições, além das demandas cotidianas. Ao optar pelo RPO, a empresa reduz a carga operacional sobre a equipe de RH interna no tocante ao recrutamento. O provedor terceirizado assume tarefas como divulgação de vagas, triagem de currículos, primeiras entrevistas e até coordenação de entrevistas com gestores, liberando o time interno para focar em atividades estratégicas e em dar suporte aos colaboradores nas outras questões do ano. Esse alívio não só previne a sobrecarga e o estresse da equipe, como também melhora a qualidade do processo seletivo: com especialistas dedicados do lado do parceiro e um RH interno mais focado, a experiência do candidato tende a ser melhor e mais ágil.

  • Agilidade e inteligência de mercado: Um bom fornecedor de RPO traz não apenas mão de obra especializada, mas também inteligência de recrutamento – ferramentas, metodologias e dados de mercado atualizados. Isso é particularmente valioso em um ano de mudanças constantes. Por exemplo, se o clima econômico perto das eleições reduzir a oferta de candidatos em determinado setor, o parceiro de RPO já saberá ajustar as estratégias de busca ou reforçar o mapeamento de talentos passivos para encontrar profissionais qualificados. Da mesma forma, essas consultorias acompanham tendências de remuneração e expectativas dos candidatos em tempo real, podendo aconselhar a empresa sobre ajustes necessários para atrair talentos em um ambiente competitivo. A agilidade do RPO também se evidencia na capacidade de escalar a equipe de recrutamento rapidamente conforme a demanda: se no pós-eleição houver um volume maior de contratações a fazer, o RPO consegue alocar mais recrutadores no projeto sem a empresa precisar contratar e treinar novos funcionários internamente. Tudo isso resulta em um processo de seleção mais rápido, assertivo e resiliente diante das oscilações do ano.

Preparando-se para o sucesso em 2026

Em vez de encarar 2026 como um “ano perdido” para aquisições de talentos, as empresas podem transformá-lo em uma oportunidade de fortalecimento do seu capital humano ao adotar estratégias adequadas. O modelo de RPO desponta como um aliado poderoso para o RH enfrentar esse calendário atípico. Com a terceirização estratégica do recrutamento, sua empresa mantém o fluxo de contratação constante, mesmo quando o país para nos feriadões ou vira os olhos para a Copa. As metas de recrutamento permanecem sob controle, a equipe interna ganha fôlego para atuar onde é mais necessária e a organização se beneficia da expertise de mercado que um parceiro especializado oferece.

Em síntese, o RPO permite que o negócio continue crescendo e ocupando posições-chave sem atrasos, apesar dos pesares do ambiente externo. Enquanto 2026 promete trazer pausas e distrações em abundância, uma coisa pode continuar firme: a capacidade da sua empresa de atrair e contratar os melhores talentos no momento certo. Contar com um parceiro de RPO pode ser a solução decisiva para atravessar esse ano desafiador mantendo a competitividade e o ritmo de contratação em alta. Assim, o RH e os líderes da empresa podem ter tranquilidade para planejar o futuro, sabendo que, chova ou faça sol – ou seja, tenha feriado, jogo ou eleição – o recrutamento seguirá avançando de forma eficiente.

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